Dois Zumbis em Paris. Era com isso que eu e Tom parecíamos ontem. 6 horas de fuso horário faz com as pessoas. Chegamos às 8:30 da manhã aqui, o que correspondia à 2:30 em DC. A diária do hotel só começava a valer às 15:00. O bom era q tudo foi tão enrolado que só chegamos no hotel às 11:00. Mas nem se compara com EUA. Não tem ninguém gritando no seu ouvido a imigração durou 5 segundos (O carinha só olhou o passaporte e carimbou. Posso vagabundear por três meses na Europa. E passamos direto pela alfândega. UAU!!! Não se parece em nada com aquela operação de guerrra que são os aeroportos dos EUA. Legal que o vôo era realmente para Franá pq não rolou nenhuma escova de dente. Só o mutum. Mas a refeição foi servida com talheres de metal (Como há muito não via em avião).
Fomos rodar pela cidade. Estamos hospedados numa região de teatros. No 14o. Bairro. Paramos num café para tomar um chocolate quente. Sentamos numa mesa e logo o garçon apareceu perguntando o q queríamos. Como só queríamos um café tivemos que mudar de mesa pois aquela era de almoçar. Veja a foto de uma mesa de almoço para três pessoas aqui. Você só pode sentar se estiver com três pessoas. Se forem duas a mesa é menor ainda. Tomamos o chocolate quente (O pior q já tomei) e voltamos para o hotel.
Chegamos no hotel e o quarto ainda não estava pronto. Cara, eu estava tão cansado que estava dormindo na cadeira. Depois de meia hora o quarto ficou pronto e subimos. Estamos disfrutando da última moda em Paris. Hotel sem cama.
Abrimos a porta do micro quarto e tinha um sofá, apenas no meio do quarto. Nada de cama. O Tom ligou na recepção e disseram que era assim mesmo e que era para seguirmos as instruções para transformar aquele sofá numa cama. Fizemos e caí na cama. Apaguei.
Foi então que tive um sonho muito estranho, aliás, um pesadelo que vou contar para vocês. Vou mudar a fonte para que vcs não confundam com a realidade.
Sonhei que chegávamos num hotel q não tinha cama e era minúsculo. E eles estava infestado de ratos. O pior era que as pessoas pareciam não se importar com aquilo. Os ratos tb não tinham medo das pessoas. Eu ia lá para espantar os ratos e eles nem se importavam com a minha presença e ficavam lá passando pelas comidas e pelas pessoas. O Tom só dizia: É assim mesmo, isso é Paris. E isso só me deixava mais puto.
Derrepente, ele me aparecia com um cara que ele conhecia que morava aqui. Saíamos junto com ele e uma turma de amigos dele. E ele chama todos para ir na casa dele. Vou na frente com uma amiga dele. Chego na casa do cara com a amiga. A casa era um quarto de 2X2. O guarda-roupa ficava em cima da cama e lá que eu sentei. As roupas ficavam passando pela minha cara e eu ficava incomodado com aquilo. Então estourei. Como todas aquelas pessoas vão caber aqui. Vcs são loucos? Isso é ridículo. Aí acordei dando graças à Deus por estar nesse quartinho sem cama.
Amigos essa foi parte do nosso primeiro dia de Paris. Depois que acordamos e fomos passear pela cidade. Realmente a cidade é linda e depois conto mais e publico as fotos. Tenho que ir pois Paris me espera.
Au revoir.
Einstein
2 comentários:
Oi Einstein,
Não sei porque, algo me diz que este teu "sonho" foi mais que um sonho, algo me diz que tem uma grande pitada de realidade neste relato, mas vou esperar você esclarecer.
Abraços,
Enjoy it!
Bom nunca encontrei ainda ratos em hotéis, mas é muito comum nos restaurantes parisienses...rsrsrs...historinha...estava eu e minha irmão em frente a um restô Grego, vi as árvores decorativas (iguais aquelas que decoram comida japonesa) se mexendo, falei com minha irmã, ela muito francesa e defensora maior desta civilização, disse que eu deveria estar bêbada, pois, já tinho bebido uns Jack Daniels e champanhes pelo dia, que era muito frio e depois que descobri que o álcool é mais barto do que coca, foi destilado a viagem toda, até que uma família parou ao nosso lado e a menina que devia ter algo em torno de 10 anos ficou gritando com os pais que as árvores se mexiam, e como brasileiro dá em árvore, ela gritava em português com os pais, que fingiam falar francês, depois deste segundo depoimento, minha irmã parou de me chamar de bebum e louca, já que não seri apossível ter um rato no restaurante, mas Ratauille, deu o ar da graça e minha irmã foi avisar ao dono do restaurante como se fosse a coisa mais comum....e no restô que trabalhei no Sul, quando a comida estava limpa, devolviam para a panela....esta é a civilização francesa. Beijocas mil e cuidado com os Ratatuilles.
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