terça-feira, 17 de março de 2009

No Brasil

De volta pra casa

Como quase todos sabem, passei o final do inverno/verão no Brasil. FOi muito bom ver pessoas que não via há muito tempo e até mesmo falar com algumas que eu não consegui encontrar. FIz tudo, ou quase tudo, que eu queria fazer e muita coisa inusitada, tipo a festa no Circo, que foi super engraçada. Foi bom pois aqui qdo saio à noite não encontro ninguém conhecido. Na festa do circo foi o oposto, só tinha gente conhecida. Era realmente o que eu precisava. FIcar rodeado de conhecidos. Valeu Marquinhos por ter me levado nesse babadinho, me diverti bastante.

Durante esse passeio por Brasília, meu amigão, o Mig, me convidou para passar um tempo com ele em Vitória.
Qdo avisei que ia para a capital capixaba recebi as piores informações;

1. Cuidado, lá é super perigoso: portanto, só levei roupa pois não podia andar pelado, nada de Ipod, máquina fotográfica e se pudesse até deixaria o Cel em casa, mas como ele é furreca mesmo, levei, afinal quem iria querer?

2. Só tem gente feia: Um alívio pois estou num namorando fechado e já tinha recusado a viagem ao Rio justamente por isso.

Enfim, arrumei as malas e fui. Só consegui passagem para a terça de carnaval, tudo bem, c'est la vie.
Galera,
que cidade linda!!!!
Fiquei apaixonado por Vitória. A orla é maravilhosa, toda reformada, arrumada, com quadras e calçadas, passeios, todas as praias com guarda-vidas e guarda costeira, lindas e limpas.
Era uma verdadeira cidade Mix:

Uma coisa de Rio de Janeiro sem a parte ruim do Rio. Os morros com a vegetação, sem aquela gringaiada e sem carioca querendo bancar de esperto. Ao mesmo tempo um quê de cidade do interior.
A culinária era um mix de comida baiana e minera. Restaurantes maravilhosos e com preço bom.
A noite super bacana, uma coisa praiana com os butiquins de BH.
fora outras misturas
Adorei, Quero voltar com uma turma de amigos.
Ah! Nada de violência, andávamos à noite toda e não sentimos inseguros em nenhum momento, muito pelo contrário, parecia que estávamos numa cidadezinha dessas do interior de Sampa ou de Minas, ops, mais um mix. Ao mesmo tempo com lojas e restaurantes de capitais do país.
Só não fui na fábrica da garoto, aliás, pra que fábrica da Garoto se fomos na fábrica de garotos, um pedaço da praia da costa chamado Bervelly Hills, é do BA BA DO.
Um abraço a todos os amigos que fiz em Vix todos super legais e simpáticos e pacientes, me elvavam pra cima e pra baixo.

Amigos,
Muito obrrigado por terem me aturado em Brasília, fiquei com muito medo de vcs terem me esquecido pois eu não me esqueço de vcs em nenhum momento.
Foi legal no Circo, na Rosa, no Chez Michou, no Tiago e Pedro, no Barulho, na casa do Hécules, no Fê, nas senhoritas...

Beijão e se preparem, ano que vem tem mais Einstem em BSB.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Diário de Bordo: 21/01/2009

Frase do Dia: Se Einstein não vai a Obama...

Como é de conhecimento da maioria, Obama tomou posse ontem. A turma toda veio pra cá festejar. Os hoteis ficaram lotados inclusive as pensões, que tiveram seu acesso bloqueado por conta da proximidade da Casa Branca (1 Km). Já mencionei isto várias vezes aqui, mas vou reiterar: A neurose com segurança da americanada é absurda e as vezes beira o ridículo. Foram noites maravilhosas ao som de sirenes do Corpo de Bombeiros de cinco em cinco minutos e ruas e mais ruas bloqueadas desde o dia 15 de janeiro.
Parece que hoje o oba-oba chegou ao fim. Vamos ver no que vai dar. Eu tenho as minhas conclusões, mas vou deixar para contar depois.
Decidi não ir ao Mall (Nome da Esplanada dos Ministérios daqui). Fiquei vacinado depois da roubada do reveillion na Times Square, afinal a temperatura estava a mesma, na casa dos 5 negativos e eles tem muito o que aprender com os baianos no quesito festa.
Também não fomos a nenhum dos bailes de gala que rolam por conta da posse, coisa que eu acho maravilhosa e deveria acontecer tb no Brasil, cada setor da sociedade fazer uma festa para comemorar a posse do Presidente da República, afinal, é a festa do povo. Não fomos pois não estávamos dispostos a pagar entre $350,00 a $1300,00 para comemorar a posse do Presidente dos outros e tb pq não tenho smoking. No máximo fomos convidados para um Brunch para acompanhar a transmissão da posse, que tb recusamos, que anti-sociais. Ficamos em casa acompanhando aquele culto evangélico pela TV mesmo. Agora me digam, comentem sobre o fato mais relevante da posse: O que vcs acharam do vestido da Michelle?
À noite, assistindo TV, ouvimos mais sirenes na rua, mas essas não passavam nunca. O Tom foi lá ver na janela o que se passava. Eram várias motos passando, depois umas 5 viaturas e logo atrás, adivinhem quem vinha... três limousines em uma estava Obama para me dar a chance de acenar para ele e desejar boa sorte em reverter essa porcalhada toda que se encontra este país atualmente.

Abraço a Todos,

Tenho ótimas notícias, mas vou revelá-las no próximo post. Tá bom, não resisti, esotu indo a BSB em fevereiro.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Diário de Bordo - Feliz Ano Novo

Frase do Dia: Brooklin sucks (Carrie Bradshaw do Sex and the City)

Fomos passar a virada em Nova York. Não poderia perder a oportunidade já que estava tão pertinho da Times Square. Claro que o Tom pulou fora. De certo modo ele tinha razão. A meia noite a temperatura estava em -11o.C. Não sentia mais nada do joelho pra baixo. De nada adiantou calça de veludo, cuecão, duas jaquetas... Já nem sabia se o meu nariz ainda estava entre a minha boca e os olhos. Mas tudo bem, tudo pela festa. O esquema de segurança erá absurdo pra quantidade de pessoas por lá. Mas era de se esperar, pós onze de setembro. À meia noite a bola caiu, todo mundo sorriu e a 0:15 já tava todo mundo vazando e a 0:30 a música acabou. Fui pro hotel e apaguei.

Passamos um bom tempo pensando no que poderíamos fazer depois da virada pois já fizemos, em outras oportunidades, quase todo o roteiro turistão da Big Apple. Decidimos por fazer o roteiro que apelidamos de NYC OB (New York City Outros Bairros). Almoçamos em Chinatown, no dia seguinte Little Italy, jantamos em Long Island, patinamos no gelo no Harlen...

Nessas incursões pelos bairros de NYC teve um dia que me marcou. Foi quando fomos ver as decorações de natal das casas do Brooklin. Não parecia que estávamos em Nova York. Nada de muvuca, uma cidadezinha de interior, com umas casinhas lindas e decorações de natal de gosto duvidoso.

Mais tarde, seguindo recomendação de um amigo que está morando em Manhattan, fomos jantar em outra região do Brooklin. Fomos de metrô, o famoso banheirão. A primeira coisa que estranhamos no local foi o silêncio, achamos super esquisito pois estávamos num hotel no meio da muvuca em plena Times Square. Nesse lugar, poucas pessoas pela rua, calçadas vazias e com bares e restaurantes super transados e cheios. Uma galera bem diferente da turistada de Manhattan. Segundo Tom aquela é a galera que tomava conta do Soho, antes das lojas de grife se mudarem pra lá. Entramos num café sob olhares amedrontados das pessoas para nós. Estavam preocupadas com os turistas terem descoberto o refúgio delas. Passou um tempo as pessoas se acostumaram com a nossa presença e tivemos um jantar delicioso com direito a levar um bolo de mandioca para casa, a novidade do café. Pensei em sugerir para a dona do local que trocasse o nome do bolo para Naked Jerk (Mané Pelado).

A viagem foi maravilhosa. Foi ótimo descobrir que existe um universo além de Manhattan. Nova York sempre me surpreendendo. Mas é claro que não deixei de ver um musical da Broadway: In the heights - Recomendo. Conclusão: Carrie Bradshaw Sucks, Brooklin rules.